Fonte Brasil 247 | 03/10/15
"Esse acontecimento profundamente chocante será investigado de forma imediata, profunda e independente, e os resultados devem ser divulgados ao público", disse o chefe de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al Hussein; "A gravidade do incidente é agravada pelo fato de que, se for considerado intencional pela Justiça, um ataque a um hospital pode ser considerado um crime de guerra"; exército americano bombardeou hospital dos Médicos sem Fronteiras; presidente Barack Obama ainda não se pronunciou
O ataque intencional das forças armadas americanas a um hospital do grupo humanitário Médicos sem Fronteiras, no Afeganistão, desperta uma onda global de indignação.
Segundo a MSF, o ataque deixou 19 mortos – sendo 12 membros da ONG, 4 pacientes adultos e 3 crianças – e 37 feridos.
"Esse acontecimento profundamente chocante será investigado de forma imediata, profunda e independente, e os resultados devem ser divulgados ao público", disse o chefe de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al Hussein. "A gravidade do incidente é agravada pelo fato de que, se for considerado intencional pela Justiça, um ataque a um hospital pode ser considerado um crime de guerra."
"Esse acontecimento profundamente chocante será investigado de forma imediata, profunda e independente, e os resultados devem ser divulgados ao público", disse o chefe de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al Hussein; "A gravidade do incidente é agravada pelo fato de que, se for considerado intencional pela Justiça, um ataque a um hospital pode ser considerado um crime de guerra"; exército americano bombardeou hospital dos Médicos sem Fronteiras; presidente Barack Obama ainda não se pronunciou
O ataque intencional das forças armadas americanas a um hospital do grupo humanitário Médicos sem Fronteiras, no Afeganistão, desperta uma onda global de indignação.
Segundo a MSF, o ataque deixou 19 mortos – sendo 12 membros da ONG, 4 pacientes adultos e 3 crianças – e 37 feridos.
"Esse acontecimento profundamente chocante será investigado de forma imediata, profunda e independente, e os resultados devem ser divulgados ao público", disse o chefe de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al Hussein. "A gravidade do incidente é agravada pelo fato de que, se for considerado intencional pela Justiça, um ataque a um hospital pode ser considerado um crime de guerra."
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